
Kokkai Ng, Shruthi Suresh, da Reuters
O braço de um manifestante foi quebrado enquanto agentes de segurança tentavam removê-lo por interromper uma reunião no Capitólio dos Estados Unidos, na quarta-feira (4).
Imagens divulgadas pelo grupo feminino antiguerra Code Pink mostram o manifestante — identificado por diversos veículos de comunicação como o veterano dos Marines Brian McGinnis — gritando frases como “ninguém quer lutar por Israel” ao interromper uma audiência de um subcomitê das Forças Armadas do Senado.
Posteriormente, agentes de segurançaconduziram McGinnis pelo corredor, onde ele foi visto sentado encostado a uma parede enquanto outros policiais o cercavam.
A Reuters verificou o local das imagens usando a transmissão oficial do governo da audiência e fotos de arquivo, além de confirmar a data por meio da fonte e da mesma transmissão.
Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano.
O regime dos aiatolás iniciou retaliação contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
No domingo, a mídia estatal iraniana anunciou que seu líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas feitas pelos ataques norte-americanos e israelenses.
Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a "ofensiva mais pesada" da história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país persa considera se vingar pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um "direito e dever legítimo".
Em resposta, Trump ameaçou o Irã contra os ataques retaliatórios, dizendo "é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista". As agressões entre as partes seguem neste domingo.
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