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Bodyscan da Polícia Penal bloqueia entrada de drogas em penitenciárias da região de Curitiba

No período, cerca de 37 mil visitas a custodiados foram realizadas e 12 pessoas foram flagradas tentando introduzir drogas nas unidades. O equipam...

15/05/2026 às 17h20
Por: Redação Fonte: Secom Paraná
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Foto: Reprodução/Secom Paraná
Foto: Reprodução/Secom Paraná

O escaneamento corporal (bodyscan) incorporado à rotina de revistas da Polícia Penal do Paraná (PPPR) impediu a entrada de entorpecentes nas penitenciárias da região de Curitiba entre janeiro e abril de 2026. No período, cerca de 37 mil visitas a custodiados foram realizadas e 12 pessoas foram flagradas tentando introduzir drogas nas unidades. O equipamento permite identificar tentativas de entrada de materiais ilícitos, ampliando a efetividade das ações de controle.

De acordo com o coordenador regional da PPPR em Curitiba, Márcio Zapchon, os números refletem os avanços proporcionados pela modernização dos procedimentos de revista aliados ao trabalho dos policiais penais e demais servidores. “A aquisição de equipamentos de ponta e o investimento contínuo em tecnologia por parte da Secretaria de Estado da Segurança Pública e do Governo do Estado têm elevado o padrão de resposta da Polícia Penal. Na Regional Curitiba, os resultados destes primeiros quatro meses demonstram essa evolução”.

Entre as apreensões realizadas, foram identificados 3,5 quilos de substância análoga ao tabaco; 1,1 quilo de substância análoga ao haxixe; 8 gramas de substância análoga à maconha; 16 gramas de substância análoga ao ecstasy e 25 pontos de substância análoga a “droga K” (sintética). Todos os flagrantes foram detectados por meio do equipamento de escaneamento corporal, utilizado de forma rotineira nos procedimentos de entrada durante as visitas de familiares. As pessoas identificadas tentando ingressar na unidade com ilícitos foram encaminhadas à delegacia para os procedimentos cabíveis.

PAPEL ESTRATÉGICO -O chefe do Setor de Operações Táticas (SOT) da PPPR, Diego Polli, também ressaltou o papel estratégico da tecnologia na manutenção da ordem no ambiente prisional. “As apreensões realizadas nos procedimentos de entrada são fundamentais para impedir a introdução de entorpecentes, celulares e outros materiais que possam comprometer a ordem interna, fomentar atividades criminosas e colocar em risco servidores e custodiados. Ao fortalecer o controle de acesso, garantimos um ambiente mais seguro e estável, condição indispensável para o desenvolvimento de ações de reintegração social, como trabalho, educação e assistência aos apenados”, explica.

Zapchon ainda destacou que a instituição atua para equilibrar a preservação dos vínculos familiares com o fortalecimento da segurança nas unidades prisionais, com apoio da tecnologia e da atuação permanente dos servidores. “A Polícia Penal preza pela manutenção dos laços familiares por meio das visitas, mas sempre com atenção à segurança. Ao evitarmos a entrada de entorpecentes e materiais proibidos, prevenimos problemas de ordem disciplinar e de saúde no ambiente prisional. Os dados demonstram que a tecnologia, aliada ao compromisso e ao conhecimento técnico dos policiais penais, é fundamental para assegurar a estabilidade das unidades, a segurança da sociedade e o cumprimento da lei”, afirmou.

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