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Empresário e sócio são alvos de operação contra pirâmide em MT

Grupo movimentou valores milionários por meio de esquema que era divulgado nas redes e Youtube

12/09/2025 às 07h58
Por: Redação Fonte: MídiaNews
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ANDRELINA BRAZ

DA REDAÇÃO

O empresário Jonathan Rosa Vieira Bispo, de 42 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira (12) durante a Operação Rede de Mentiras, que tem como objetivo desarticular um esquema de pirâmide financeira que movimentou valores milionários.

Além de Jonathan, o sócio dele, Alan Augusto Pires Costa, também foi alvo de mandados de busca e apreensão.

Segundo as investigações, Jonathan seria o líder das empresas Metaverso Soluções Digitais Ltda., Multiverso Digital Ltda. e Bispo Investments Ltda.. Ele e o sócio utilizavam essas empresas para atrair investidores de diferentes estados do país, com promessas de lucros mensais de até 7% e garantias inexistentes de segurança financeira.

Conforme a investigação, o esquema movimentou milhões por meio de propagandas nas redes sociais e transmissões no YouTube, pelo canal “Treta Trader”, com o objetivo de captar vítimas.

Além da promessa de rentabilidade sem risco, o grupo incentivava a entrada de novos investidores, caracterizando a prática como pirâmide financeira. Até o momento, 27 vítimas já procuraram a Polícia relatando prejuízos financeiros. No entanto, a estimativa é de que o número de pessoas lesadas seja ainda maior.

 

Ordens judiciais 

Diante dos fatos, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) cumpriu um mandado de prisão preventiva, quatro mandados de busca e apreensão domiciliar, além de diversas ordens judiciais de sequestro de bens e valores, que somam mais de R$ 1,3 milhão.

Além das ordens judiciais,  foram determinadas a suspensão dos registros das empresas envolvidas e a proibição do exercício de atividade econômica por parte dos investigados.

Em março, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) emitiu um alerta ao mercado de capitais e ao público em geral sobre a atuação irregular das empresas ligadas a Jonathan e Alan. 

Na ocasião, foram identificados indícios de que as empresas e os envolvidos estariam captando recursos de investidores residentes no Brasil e realizando atividades de administração de carteiras e assessoria de investimentos sem a devida autorização legal para atuar no mercado financeiro.

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