
Os encontros com sucuris gigantes em Bonito, em Mato Grosso do Sul, continuam chamando a atenção de quem se interessa pela natureza brasileira.
Nas águas cristalinas da região, esses grandes répteis aparecem em cenas raras, registradas com paciência, preparo técnico e foco na conservação, o que ajuda a entender melhor o comportamento da espécie e o papel dos rios preservados.
Bonito reúne rios de água fria e transparente, abundância de peixes e mamíferos aquáticos, além de mata ciliar preservada. Esse conjunto cria um ambiente ideal para que as sucuris se alimentem, descansem e se desloquem com facilidade ao longo dos cursos d’água da região.
A espécie passa grande parte do tempo dentro d’água, camuflada entre troncos e vegetação submersa.
Em Bonito, a transparência dos rios torna essa rotina visível, permitindo flagras raros em plena atividade, sem que seja preciso procurá-la apenas nas margens alagadas.
Os registros subaquáticos costumam ser planejados com rigor e apoio de equipes locais, priorizando segurança e mínimo impacto sobre o animal.
Fotógrafos utilizam máscaras, snorkel ou cilindros, além de equipamentos específicos que favorecem imagens nítidas sem estressar a serpente.
Para organizar essa aproximação de forma responsável, alguns cuidados técnicos e comportamentais são adotados de maneira sistemática:
As fotos e vídeos das sucuris nadando tranquilamente ajudam a desfazer mitos de agressividade constante contra humanos. Em grande parte dos registros, a serpente aparece indiferente à presença do fotógrafo, concentrada em repousar ou se deslocar pelo leito do rio.
Os encontros com sucuris gigantes em Bonito, em Mato Grosso do Sul, continuam chamando a atenção de quem se interessa pela natureza brasileira.
Nas águas cristalinas da região, esses grandes répteis aparecem em cenas raras, registradas com paciência, preparo técnico e foco na conservação, o que ajuda a entender melhor o comportamento da espécie e o papel dos rios preservados.

Bonito reúne rios de água fria e transparente, abundância de peixes e mamíferos aquáticos, além de mata ciliar preservada. Esse conjunto cria um ambiente ideal para que as sucuris se alimentem, descansem e se desloquem com facilidade ao longo dos cursos d’água da região.
A espécie passa grande parte do tempo dentro d’água, camuflada entre troncos e vegetação submersa.
Em Bonito, a transparência dos rios torna essa rotina visível, permitindo flagras raros em plena atividade, sem que seja preciso procurá-la apenas nas margens alagadas.
Os registros subaquáticos costumam ser planejados com rigor e apoio de equipes locais, priorizando segurança e mínimo impacto sobre o animal.
Fotógrafos utilizam máscaras, snorkel ou cilindros, além de equipamentos específicos que favorecem imagens nítidas sem estressar a serpente.
Para organizar essa aproximação de forma responsável, alguns cuidados técnicos e comportamentais são adotados de maneira sistemática:
As fotos e vídeos das sucuris nadando tranquilamente ajudam a desfazer mitos de agressividade constante contra humanos. Em grande parte dos registros, a serpente aparece indiferente à presença do fotógrafo, concentrada em repousar ou se deslocar pelo leito do rio.
Esse conteúdo fortalece projetos de educação ambiental e campanhas de preservação dos rios de Bonito.
Ao mostrar o habitat real do animal, estimula a preocupação com desmatamento, assoreamento, poluição e também com a adoção de turismo de observação responsável.
A aproximação de um animal de grande porte exige atenção constante, mesmo em locais com histórico de incidentes raros.
Profissionais e turistas são orientados a manter distância, evitar aglomerações na água e observar sinais claros de incômodo, recuando sempre que necessário.
O uso de coletes, roupa de neoprene e flutuadores contribui para maior estabilidade, evitando toques involuntários no fundo do rio ou no próprio animal.
Veja o vídeo:
Veja mais em: https://oantagonista.com.br/brasil/sucuris-de-bonito-continuam-impressionando-em-2026/
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